(continuação do post anterior)
A Coruja-das-torres (Tyto alba) é uma das aves de rapina nocturnas mais comuns. É frequente avistá-la em voo a baixa altitude sobre as estradas que atravessam prados e campos agrícolas, o que a torna vítima frequente de atropelamentos. Estima-se que em toda a Península Ibérica existam entre 50 a 100 mil casais reprodutores, especulando-se que a sua população esteja em declive devido ao abandono das actividades agrícolas tradicionais e ao uso de pesticidas. No "Libro Rojo de los Vertebrados de España", editado em 2004, considera-se que esteja "Em Perigo de Extinção". Curiosamente no "Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal", editado em 2006, o seu estatuto de conservação é de "Pouco Preocupante"...
O Mocho-d´orelhas (Otus scops) é a mais pequena das rapinas nocturnas ibéricas. Visita-nos no Verão enchendo as noites com a sua belíssima vocalização. É mais comum a Norte de Portugal que no Sul e prefere as zonas de baixa altitude evitando os maciços montanhosos. Entre os anos 2000 e 2005 a sua população peninsular manteve-se nos 30 mil casais reprodutores contudo a informação sobre a espécie é escassa o que dificulta a determinação da sua viabilidade a médio/longo prazo.
A Coruja-das-torres (Tyto alba) é uma das aves de rapina nocturnas mais comuns. É frequente avistá-la em voo a baixa altitude sobre as estradas que atravessam prados e campos agrícolas, o que a torna vítima frequente de atropelamentos. Estima-se que em toda a Península Ibérica existam entre 50 a 100 mil casais reprodutores, especulando-se que a sua população esteja em declive devido ao abandono das actividades agrícolas tradicionais e ao uso de pesticidas. No "Libro Rojo de los Vertebrados de España", editado em 2004, considera-se que esteja "Em Perigo de Extinção". Curiosamente no "Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal", editado em 2006, o seu estatuto de conservação é de "Pouco Preocupante"...
O Mocho-d´orelhas (Otus scops) é a mais pequena das rapinas nocturnas ibéricas. Visita-nos no Verão enchendo as noites com a sua belíssima vocalização. É mais comum a Norte de Portugal que no Sul e prefere as zonas de baixa altitude evitando os maciços montanhosos. Entre os anos 2000 e 2005 a sua população peninsular manteve-se nos 30 mil casais reprodutores contudo a informação sobre a espécie é escassa o que dificulta a determinação da sua viabilidade a médio/longo prazo.
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